
"O Bigurrilho está queimado"! - Essa foi a última frase que ouvi antes de iniciar essa nova fase de minha vida.
"Bigurrilho"... Alguém se atreve a
descobrir o que é? O nome é insignificante, e, talvez o próprio objeto também seja, será? Errado! Bigurrilho é aquele pequeno letreiro branco
em acrílico com a palavra "taxi" que identifica esses profissionais do volante. Incansáveis e perseverantes, corajosos, que na maioria das vezes, não apenas
transportam pessoas daqui para ali, eles transportam vidas, sonhos. Vestem fantasias reais, máscaras transparentes: Irmãos, amigos, psicólogos, padres, colegas
ou tão somente, ouvintes: Os taxistas.
Foi assim o início de uma nova etapa, lá, no final dos anos 90 conheci os detalhes desse aprendizado misterioso, que, ficou marcado na minha vida. Começa aqui uma série de relatos, passagens verdadeiras em quase tudo, onde reservo-me o direito de trocar os nomes dos envolvidos. Estaremos expondo o que de verdadeiro e falso acontece dentro de um táxi, pelos bairos da cidade, pelas avenidas do município, pelas "Ruas do Rio".
Foi assim o início de uma nova etapa, lá, no final dos anos 90 conheci os detalhes desse aprendizado misterioso, que, ficou marcado na minha vida. Começa aqui uma série de relatos, passagens verdadeiras em quase tudo, onde reservo-me o direito de trocar os nomes dos envolvidos. Estaremos expondo o que de verdadeiro e falso acontece dentro de um táxi, pelos bairos da cidade, pelas avenidas do município, pelas "Ruas do Rio".